Comemoramos o fim do ano como se fosse o fim dos tempos
Porém é apenas o começo
O começo do novo, com cheiro de novo
Entre gritos e gemidos
Entre um copo e outro da mesma bebida
O invisível nos salta os olhos
E há um muro de berlim
Bem ali
Ali na nossa frente
E...
E...
As mesmas músicas,os mesmos gestos
O fim que é o começo
O começo que é o fim
Uma volta completa em volta do sol
O pular das ondas
O beijo, o abraço
E no fim
Apenas mais um dia como outro qualquer
De Luz e escuridão
De fome e de sono
F.A.N
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
domingo, 16 de dezembro de 2007
Baú velho, novas histórias
Quem bate aí?
O que é um sonho ruim? E o que é um sonho bom?
Que diferença faz!
Não é o que se pode chamar de uma história original
mas não importa,não é a vida real
Acordar em outro lugar, sem saber onde está
Falar com as paredes,tocar nas estrelas
Nada é nada, talvez nada nem tenha uma tradução
Um abrigo,um lugar pra ficar
Histórias,contos,tramas, aqui jas seu lar
Ao passo do tempo,renova-se o velho
Velho bengala de bigode branco, não me esqueça
Sou eu que faço valer o olhar pra trás
Não fique pela metade, meu amigo
Descubra os becos deste ponto sem saída
E eu perdi as chaves, mas que cabeça a minha
Sou o que há de melhor, sou o melhor que sobrou
Aonda leva essa loucura?
Qualé o motivo disto tudo?
Só eu sei e sempre saberei
Afinal de contas, o que me trouxe aqui
Já se foi,já se foi
O vento soprou e nada sobrou
E o poemas nada diziam
O que as senhoras das praças sabiam, só depois dos comerciais
E as histórias, que fazem as pessoas parecerem tão iguais?
Nos baús em quaisquer esquinas
Não há explicação
Apenas leia e se divirta
O que é um sonho ruim? E o que é um sonho bom?
Que diferença faz!
Não é o que se pode chamar de uma história original
mas não importa,não é a vida real
Acordar em outro lugar, sem saber onde está
Falar com as paredes,tocar nas estrelas
Nada é nada, talvez nada nem tenha uma tradução
Um abrigo,um lugar pra ficar
Histórias,contos,tramas, aqui jas seu lar
Ao passo do tempo,renova-se o velho
Velho bengala de bigode branco, não me esqueça
Sou eu que faço valer o olhar pra trás
Não fique pela metade, meu amigo
Descubra os becos deste ponto sem saída
E eu perdi as chaves, mas que cabeça a minha
Sou o que há de melhor, sou o melhor que sobrou
Aonda leva essa loucura?
Qualé o motivo disto tudo?
Só eu sei e sempre saberei
Afinal de contas, o que me trouxe aqui
Já se foi,já se foi
O vento soprou e nada sobrou
E o poemas nada diziam
O que as senhoras das praças sabiam, só depois dos comerciais
E as histórias, que fazem as pessoas parecerem tão iguais?
Nos baús em quaisquer esquinas
Não há explicação
Apenas leia e se divirta
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