Estava escuro, não porque era noite mas porque havia uma grande e imensa nuvem
Negra, densa e assustadora
Por que será?
Nada ,exatamente nada
Dia normal
Ano normal
Hora normal
Mas o que há bino?
Nada ,exatamente nada
É tá tudo bem- diziam os assassinos de preto
Tudo vai ficar bem- diziam os loucos com faixas brilhantes
Saí da frente mané- diziam os que estão atrás de mim
Talvez não esteja, a cidade parou
E agora bino?
Perdi o momento da noiva levantar o véu
Perdemos o massacre na tv
Houve o momento de reflexão, mas só um momento
E lá ficamos, todos nós, parados,brincando de estátua
E a cidade parou, os becos lotados
As vielas superlotadas
As avenidas entupidas
Vamos visitar o passado
Mundo distante, passado muito além
Onde a pessoa não valia pelo que ela é
Só valia por aquilo que ela tem
Vamos assistir ao naufrágio
De um Titanic pesado e frágil
Que foi à pique sem dó nem piedade
Pela febre da ganância, pela falta de humildade
Vamos perdoar aquela gente
Que não soube enxergar um pouquinho na frente
E secou tudo até a última fonte
Queimou a floresta, matou a semente
E lá ficou
Com a Av.Paulista e a Consolação
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Marcado para postagem!
Ao pudor incontrolável
Viva-se
Levante a taça e esqueça do passado
Pois eu ja não sei qual o caminho a seguir
O que me pedem eu já não posso fazer
O rumo que tinha, perdi
Em algum lugar, em qualquer mar
Talvez estou ali ou a cá
Perdido, apenas perdido
Mas, tu num vai acreditá
Ainda estou pensando em mandar tudo pro espaço
E eu me sinto só
A pensar,sempre a pensar
Onde estou e o que faço aqui parado
Levantar?
Correrar atrás?
Não, este não é o meu jogo
Mas sente aqui, que hoje quero lhe falar
Já me cansei de ser o último
Se todo mundo sabe quem te faz
Largo a mão do que já tenho
Passo em tão apreciar
Tudo aquilo que não ganhei
Ao menos faça um favor
E me diga.
Somos ou não somos um par?
Viva-se
Levante a taça e esqueça do passado
Pois eu ja não sei qual o caminho a seguir
O que me pedem eu já não posso fazer
O rumo que tinha, perdi
Em algum lugar, em qualquer mar
Talvez estou ali ou a cá
Perdido, apenas perdido
Mas, tu num vai acreditá
Ainda estou pensando em mandar tudo pro espaço
E eu me sinto só
A pensar,sempre a pensar
Onde estou e o que faço aqui parado
Levantar?
Correrar atrás?
Não, este não é o meu jogo
Mas sente aqui, que hoje quero lhe falar
Já me cansei de ser o último
Se todo mundo sabe quem te faz
Largo a mão do que já tenho
Passo em tão apreciar
Tudo aquilo que não ganhei
Ao menos faça um favor
E me diga.
Somos ou não somos um par?
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