domingo, 16 de dezembro de 2007

Baú velho, novas histórias

Quem bate aí?
O que é um sonho ruim? E o que é um sonho bom?
Que diferença faz!

Não é o que se pode chamar de uma história original
mas não importa,não é a vida real
Acordar em outro lugar, sem saber onde está
Falar com as paredes,tocar nas estrelas
Nada é nada, talvez nada nem tenha uma tradução

Um abrigo,um lugar pra ficar
Histórias,contos,tramas, aqui jas seu lar
Ao passo do tempo,renova-se o velho
Velho bengala de bigode branco, não me esqueça
Sou eu que faço valer o olhar pra trás

Não fique pela metade, meu amigo
Descubra os becos deste ponto sem saída
E eu perdi as chaves, mas que cabeça a minha
Sou o que há de melhor, sou o melhor que sobrou

Aonda leva essa loucura?
Qualé o motivo disto tudo?
Só eu sei e sempre saberei
Afinal de contas, o que me trouxe aqui
Já se foi,já se foi
O vento soprou e nada sobrou
E o poemas nada diziam
O que as senhoras das praças sabiam, só depois dos comerciais

E as histórias, que fazem as pessoas parecerem tão iguais?
Nos baús em quaisquer esquinas
Não há explicação
Apenas leia e se divirta